Infográfico: Dicas para melhorar a sua apresentação institucional

Infográfico: Dicas para melhorar a sua apresentação institucional

Uma apresentação institucional é uma ferramenta imprescindível para conquistar novos clientes ou engajar colaboradores. Embora muitas pessoas saibam fazer uma apresentação simples, nem todas sabem como explorar as melhores oportunidades para encantar o público. Por isso, montamos um infográfico com algumas dicas de como você pode melhorar uma apresentação institucional.

 

Ao montar uma apresentação corporativa, não basta só juntar as informações da empresa em vários slides. É preciso definir um ótimo encadeamento de ideias. Isso melhora a apresentação institucional a tornando mais clara e objetiva. Além disso, ajuda a conduzir o público na linha de pensamento e a persuadi-lo.

 

Infográfico: 6 Dicas para melhorar uma apresentação institucional

 

Vai montar ou melhorar uma apresentação institucional? Antes disso, confira nosso infográfico. Ele te ajudará a se preparar para uma excelente apresentação corporativa.

 

Como encantar o público com elementos visuais

 

Para melhorar a apresentação institucional também é essencial utilizar recursos visuais. Eles ajudam a explicar coisas complexas de maneira simples, apoiam a apresentação, encantam e atraem a atenção do público. No nosso infográfico apontamos alguns recursos para utilizar e melhorar a sua apresentação corporativa.

 

Aqui no Inovatório, nós amamos utilizar recursos como gráficos, técnicas de storytelling, vídeos Motion Graphics e uma apresentação de slides com base na identidade visual da empresa.

 

Gráficos

Como citamos no infográfico, gráficos são excelentes para melhorar a apresentação institucional. Eles são atrativos visualmente e apresentam dados bem convincentes – um recurso importante para persuadir possíveis clientes.

 

Storytelling

Contar histórias (storytelling) ajuda a tornar assuntos complexos ou desinteressantes em algo que prende a atenção do público. É uma forma de persuadir seus clientes sem ser invasivo. Você pode contar uma história real da sua marca ou criar uma que envolva os valores da sua empresa.

 

Motion Graphics

Motion Graphics é um formato de vídeo em animação. É perfeito para melhorar uma apresentação institucional, pois explica a história de uma empresa, seus produtos e serviços, entre outras coisas.

 

 

Apresentação institucional profissional

É importante que a sua empresa tenha uma apresentação institucional profissional, feita com base na identidade visual da marca. Geralmente, as organizações solicitam que agências de design e comunicação produzam uma apresentação. Pois, quando feita por profissionais da área, transmite mais credibilidade e faz com que seu produto ou serviço seja claramente compreendido e se destaque entre a concorrência.

 

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Coleta de Dados e Estratégias de Marketing Customizadas

Coleta de Dados e Estratégias de Marketing Customizadas

Já percebeu que os filmes que aparecem na sua Netflix não são iguais aos dos seus amigos? Sempre nos trazem sugestões de filmes baseados em nossos gostos, no que assistimos, buscamos, como avaliamos cada filme. Isso tudo é feito por meio de uma excelente inteligência de dados. E a sua empresa, está utilizando a coleta de dados dos seus consumidores para entregar experiências mais positivas e customizadas?

Coleta de dados é o processo de solicitar informações das pessoas para pesquisas, planejamento de marketing, estudo, entre outros fins. Isso pode ser feito pela internet, fisicamente, via telefone, entre outros.

Ao iniciar um processo de coleta de dados, é necessário ter um objetivo definido (o que você deseja fazer com as informações coletadas?), selecionar o público-alvo a ser estudado, escolher um instrumento para a pesquisa, definir as métricas e como analisará o resultado. Porém, antes dar início a coleta de dados, você precisa estar cientes de alguns cuidados.

Confira a seguir o que você precisa saber antes de realizar uma coleta de dados de seus clientes:

Quais informações solicitar na coleta de dados dos clientes

É muito comum as empresas realizarem a coleta de dados dos consumidores. Um dos principais casos é quando se deseja conhecer mais seu cliente. Isso é essencial para montar estratégias específicas para o público-alvo. Uma dica básica é limitar a busca de dados, solicitando apenas as informações que realmente são essenciais.

Lei sobre segurança de dados

Ainda não há no Brasil uma lei específica para a coleta e uso de dados na internet. Porém, há várias regras para isso. O ordenamento jurídico dispõe de textos que tratam de proteção da privacidade.

O Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet são exemplos de materiais que podem ser utilizados para reger o uso de dados e outras questões de segurança e privacidade na internet.

Autorizações necessárias para a coleta de dados

Sua empresa precisa de uma política transparente que informe os dados que estão sendo coletados, assegurando o sigilo das informações. Também é fundamental sempre pedir permissão para coletar as informações. Seja fiel ao que você informou: não utilize os dados para outros fins que você não tenha comunicado.

Por exemplo, muitos sites de marcas avisam que utilizam cookies e que as informações de navegação do usuário serão registradas para melhorar cada vez mais a experiência das pessoas ao acessar os serviços da empresa.

Como utilizar os dados em sua estratégia de Marketing Digital

A coleta de dados do público-alvo da empresa é excelente para alinhar as campanhas de marketing com as reais necessidades dos clientes. Campanhas personalizadas tendem a ser bem recebidas pelos usuários. Por exemplo, as pessoas gostam de quando o site faz um seleção específica para os gostos dela – com base no que ela já pesquisou antes. Como a Netflix, que utiliza muito bem essa estratégia, sugerindo séries e filmes que o usuário poderá gostar – sempre com base nos dados que mostram o que ele pesquisa, consome e avalia positivamente.

Fonte: Revista Grandes Empresas & Pequenos Negócios. Ed. junho, 2018.

Coleta de Dados e Estratégias de Marketing Customizadas

Já percebeu que os filmes que aparecem na sua Netflix não são iguais aos dos seus amigos? Sempre nos trazem sugestões de filmes baseados em nossos gostos, no que assistimos, buscamos, como avaliamos cada filme. Isso tudo é feito por meio de uma excelente inteligência...

Coleta de Dados e Estratégias de marketing customizadas

Já percebeu que os filmes que aparecem na sua Netflix não são iguais aos dos seus amigos? Sempre nos trazem sugestões de filmes baseados em nossos gostos, no que assistimos, buscamos, como avaliamos cada filme. Isso tudo é feito por meio de uma excelente inteligência...

Coleta de Dados e Estratégias de marketing customizadas

Já percebeu que os filmes que aparecem na sua Netflix não são iguais aos dos seus amigos? Sempre nos trazem sugestões de filmes baseados em nossos gostos, no que assistimos, buscamos, como avaliamos cada filme. Isso tudo é feito por meio de uma excelente inteligência de dados. E a sua empresa, está utilizando a coleta de dados dos seus consumidores para entregar experiências mais positivas e customizadas?

 

Coleta de dados é o processo de solicitar informações das pessoas para pesquisas, planejamento de marketing, estudo, entre outros fins. Isso pode ser feito pela internet, fisicamente, via telefone, entre outros.

 

Ao iniciar um processo de coleta de dados, é necessário ter um objetivo definido (o que você deseja fazer com as informações coletadas?), selecionar o público-alvo a ser estudado, escolher um instrumento para a pesquisa, definir as métricas e como analisará o resultado. Porém, antes dar início a coleta de dados, você precisa estar cientes de alguns cuidados.

 

Confira a seguir o que você precisa saber antes de realizar uma coleta de dados de seus clientes.

 

Quais informações solicitar na coleta de dados dos clientes

 

É muito comum as empresas realizarem a coleta de dados dos consumidores. Um dos principais casos é quando se deseja conhecer mais seu cliente. Isso é essencial para montar estratégias específicas para o público-alvo. Uma dica básica é limitar a busca de dados, solicitando apenas as informações que realmente são essenciais.

 

Lei sobre segurança de dados

 

Ainda não há no Brasil uma lei específica para a coleta e uso de dados na internet. Porém, há várias regras para isso. O ordenamento jurídico dispõe de textos que tratam de proteção da privacidade.

 

O Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet são exemplos de materiais que podem ser utilizados para reger o uso de dados e outras questões de segurança e privacidade na internet.

 

Autorizações necessárias para a coleta de dados

 

Sua empresa precisa de uma política transparente que informe os dados que estão sendo coletados, assegurando o sigilo das informações. Também é fundamental sempre pedir permissão para coletar as informações. Seja fiel ao que você informou: não utilize os dados para outros fins que você não tenha comunicado.

 

Por exemplo, muitos sites de marcas avisam que utilizam cookies e que as informações de navegação do usuário serão registradas para melhorar cada vez mais a experiência das pessoas ao acessar os serviços da empresa.

 

Como utilizar os dados em sua estratégia de Marketing Digital

 

A coleta de dados do público-alvo da empresa é excelente para alinhar as campanhas de marketing com as reais necessidades dos clientes. Campanhas personalizadas tendem a ser bem recebidas pelos usuários. Por exemplo, as pessoas gostam de quando o site faz um seleção específica para os gostos dela – com base no que ela já pesquisou antes. Como a Netflix, que utiliza muito bem essa estratégia, sugerindo séries e filmes que o usuário poderá gostar – sempre com base nos dados que mostram o que ele pesquisa, consome e avalia positivamente.

 

Fonte: Revista Grandes Empresas & Pequenos Negócios. Ed. junho, 2018.

 

Saiba mais:

Buyer Personas – Como elas ajudam na sua comunicação

Buyer Personas – Como elas ajudam na sua comunicação

Você tem algum amigo que nunca escuta o que você diz e já responde logo com um exemplo incrível dele? E já engata falando de todos os detalhes da última semana, dos dramas e não te deixa mais abrir a boca? Isso cansa, não é mesmo? É mais ou menos assim que seu cliente se sente quando você faz uma comunicação que fala sem parar somente dos produtos e serviços incríveis da sua empresa!

Assim como nas amizades, para garantir uma boa comunicação é fundamental se importar com o outro. É preciso pensar: quem é essa pessoa? Onde ela mora? Como é o dia a dia dela? Em que contexto ela está inserida? Sobre o que ela gostaria de conversar? Quais seus sonhos e desafios? Onde ela busca informação para em seu dia a dia? Quem são os referenciais e influenciadores dela?

Você pode estar dizendo: mas eu tenho muitos clientes diferentes! Sim, e nosso desafio é encontrar quais são os seus melhores clientes! Identificando quem são, aí sim vamos buscar padrões entre eles. Assim, acabamos encontrando grupos de pessoas que representam segmentos do seu mercado e, a partir daí, investigamos os motivos que os levam a escolher comprar ou não da sua empresa. Em seguida, reunimos as caraterísticas principais de forma a montar a personificação do seu público em um único personagem. E é a esse personagem que chamamos de Buyer Persona, ou simplesmente persona.

 

O que são Buyer Personas e como construí-las

O termo Buyer Personas foi cunhado por Adelle Revella, fundadora do Buyer Persona Institute, e define um personagem semi-fictício criado a partir de entrevistas e observação dos seus clientes atuais.

Seu negócio está começando agora? Não tem problema, para definir a buyer persona você pode buscar informações entre os clientes de marcas similares. Também pode definir a buyer persona a partir de um certo público que você pretende alcançar. Com as informações em mãos, é mais fácil criar um personagem que represente o seu público.

Se você quer entender rapidamente quem é sua buyer persona, nossa dica é conferir o Gerador de Personas. Criado pela Rock Content, essa ferramenta ajuda produtores de inbound marketing a criarem suas personas em poucos minutos.

Outra opção é preencher um template próprio. Nele, após identificar seu “cliente ideal”, você poderá descrever o seguinte:

  • Breve resumo sobre a persona: onde trabalha, formação acadêmica, estado civil;
  • Dados demográficos (sexo, idade, renda, onde mora);
  • Objetivos e metas (relacionadas ao universo da sua marca – podem ser profissionais ou de caráter pessoal);
  • Desafios (o que é preciso superar para atingir os objetivos);
  • Objeções mais comuns (razões pelas quais não compra seu produto ou serviço);
  • Medos mais comuns com relação ao seu negócio ou vida pessoal.

Exemplo de Buyer Persona

História:
– Gerente financeiro na empresa Finanças S/A

– Formado na Universidade de São Paulo

– Casado e pai de dois filhos


Objeções comuns:

“Eu quero ter um novo site, mas não sei se a diretoria da empresa vai concordar com os custos do projeto.”

– Receio de não conseguir provar que sua ideia trará resultados positivos para a empresa


Dados:

– Homem

– 34 anos

– Renda anual de R$ 60 mil

– Mora em um apartamento alugado


Objetivos:

– Tornar-se gestor financeiro sênior em até 5 anos

– Alcançar uma renda de R$ 150 mil por ano

– Comprar uma casa própria para sua família

–  Ser reconhecido como um profissional inovador em sua área

 

Maiores medos:

– Não alcançar seus objetivos pessoais e profissionais

– Ser demitido

– Deixar de contribuir com boas ideias no trabalho

 

Hobbies e interesses:

– Corrida e caminhada

– Assistir séries de suspense

– Planejar viagens ao redor do mundo


Desafios:

– Provar para seus diretores que o investimento em um site atualizado pode trazer bons retornos financeiros

– Gerar novos negócios e resultados financeiros a partir do novo site

 

Como aplicar o conceito de buyer personas na sua estratégia de comunicação

Ao fazer o planejamento de comunicação, é preciso considerar todas as dúvidas, desejos e receios que o cliente poderá ter enquanto está avaliando se faz ou não a compra. O importante é sempre pensar a partir do problema que seu produto ou serviço resolve para seu cliente.

O conceito de Buyer Personas caminha ao lado do conceito de Jornada do Consumidor. Sendo assim, é preciso considerar em paralelo toda a trajetória de reconhecimento do problema, pesquisa, consideração e avaliação de soluções até a decisão de compra em si. Quais são as dúvidas que essa persona tem ao longo de cada uma dessas etapas na “Jornada do Consumidor”?

Jornada de Compra do Consumidor

Seu papel como marca, então, será o de fornecer conteúdo de qualidade para que seu consumidor possa avaliar qual produto ou serviço é a melhor solução para ele nesse momento.

Ao fazer isso em vez de tentar vender a qualquer custo, sua marca tem mais chances de criar um vínculo de confiança com seu futuro consumidor. E nós podemos falar com convicção: fica muito mais fácil conquistar um lugar de autoridade naquele assunto. Dessa forma, no momento em que o consumidor estiver pronto para comprar, as chances de dar preferência para a sua marca serão muito maiores! Esse é um dos modos de ganhar a confiança de seu público e se fazer presente nas lembranças do consumidor, sendo quem oferece informações importantes que o ajudam a tomar as decisões de compras para que ele chegue ao melhor resultado.

 

Atualize sua buyer persona

Muita coisa muda em um semestre: das plataformas digitais à forma como as pessoas estão interagindo com cada rede social, características dos seus serviços e até os diferenciais dos seus concorrentes. Esteja atento a novos aspectos que os clientes consideram no momento da compra, novas objeções de compra, e, até mesmo, a um novo perfil de clientes que talvez esteja surgindo.

Por essa razão, a cada seis meses é recomendado que o quadro de buyer personas seja atualizado. Melhor ainda se esse trabalho for feito em conjunto por equipe de Marketing, Vendas e de SAC. O conhecimento sobre o consumidor fica ainda mais rico e o conteúdo, cada vez mais ajustado ao que suas personas realmente buscam no mercado.