Apresentação institucional: dicas para melhorar a sua!

Apresentação institucional: dicas para melhorar a sua!

Apresentação institucional é uma ferramenta imprescindível para conquistar novos clientes ou engajar colaboradores. Embora muitas pessoas saibam fazer uma apresentação simples, nem todas sabem como explorar as melhores oportunidades para encantar o público. Por isso, montamos um infográfico com algumas dicas de como você pode melhorar uma apresentação institucional.

Ao montar uma apresentação corporativa, não basta só juntar as informações da empresa em vários slides. É preciso definir um ótimo encadeamento de ideias. Isso melhora a apresentação institucional a tornando mais clara e objetiva. Além disso, ajuda a conduzir o público na linha de pensamento e a persuadi-lo.

Infográfico: 6 Dicas para melhorar sua apresentação institucional

Vai montar ou melhorar uma apresentação institucional? Antes disso, confira nosso infográfico. Ele te ajudará a se preparar para uma excelente apresentação corporativa.

Como encantar o público com elementos visuais

Para melhorar a apresentação institucional também é essencial utilizar recursos visuais. Eles ajudam a explicar coisas complexas de maneira simples, apoiam a apresentação, encantam e atraem a atenção do público. No nosso infográfico apontamos alguns recursos para utilizar e melhorar a sua apresentação corporativa.

Aqui no Inovatório, nós amamos utilizar recursos como gráficos, técnicas de storytelling, vídeos Motion Graphics e uma apresentação de slides com base na identidade visual da empresa.

Gráficos

Como citamos no infográfico, gráficos são excelentes para melhorar a apresentação institucional, pois são atrativos visualmente e apresentam dados bem convincentes – um recurso importante para persuadir possíveis clientes.

Narrativa

Contar histórias (storytelling) ajuda a tornar assuntos complexos ou desinteressantes em algo que prende a atenção do público. É uma forma de persuadir seus clientes sem ser invasivo. Você pode contar uma história real da sua marca ou criar uma que envolva os valores da sua empresa.

apresentação institucional

Motion Graphics

Motion Graphics é um formato de vídeo em animação. É perfeito para melhorar uma apresentação institucional, pois explica a história de uma empresa, seus produtos e serviços, entre outras coisas.

Apresentação institucional profissional

É importante que a sua empresa tenha uma apresentação institucional profissional, feita com base na identidade visual da marca. Por exemplo, geralmente as organizações solicitam que agências de design e comunicação produzam uma apresentação. Pois, quando feita por profissionais da área, transmite mais credibilidade e faz com que seu produto ou serviço seja claramente compreendido e se destaque entre a concorrência.

Ficou com alguma dúvida? Então mande sua pergunta nos comentários deste post, no nosso e-mail ou nas nossas mídias sociais.

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Lovemark: como transformar a sua marca em uma

Lovemark: como transformar a sua marca em uma

Uma marca se torna uma lovemark quando envolve o consumidor a ponto dele se tornar um cliente fiel, apaixonado e um verdadeiro fã dos produtos ou serviços. Para transformar uma marca em uma lovemark, é necessário se preocupar em criar relações significativas, manter contato com o público-alvo, se preocupar com o que os clientes pensam, desejam e precisam.

O que é uma lovemark?

A expressão “lovemark” foi criada por Kevin Roberts, CEO da agência Saatchi&Saatchi e autor do livro “Lovemarks e o futuro das marcas”. Na definição de Roberts, uma lovemark é uma marca cuja credibilidade e reconhecimento no mercado reúnem fãs ou entusiastas, que possuem uma relação de amor de fã à marca.

lovemark

Muito se fala que clientes satisfeitos são uma das melhores estratégias de propagar uma empresa e seus serviços. Porém, os fãs de uma lovemarks se sobressaem, pois além de divulgar a marca, a defendem perante seus concorrentes e adquirem os produtos e/ou serviços sem realmente precisar ou pensar muito antes de realizar a compra. Por exemplo, os fãs da Apple compram um celular novo da marca a cada lançamento sem realmente precisarem.

 

Uma lovemark não nasce da noite para o dia, mas sim quando há mudança de pensamento da empresa sobre seus clientes e através de uma série de ações que fidelizem clientes e os tornem em verdadeiros fãs. Kevin Roberts afirma que para transformar uma marca em uma lovemark é preciso reconhecer que os clientes não são dados demográficos, mas são pessoas com emoções, necessidades e desejos que devem ser levados em conta.

 

Uma marca alcança definitivamente o nível de lovemark quando seus clientes que a amam expressam esse sentimento. Robert afirma em seu livro que “as lovemarks não são propriedade dos fabricantes, dos produtos, das empresas. São das pessoas que a amam”.

5 Dicas para criar uma lovemark

Existem cinco princípios básicos para implantar uma lovemark, sugeridos pelo autor do livro “Lovemarks e o futuro das marcas”.

 

  1. Envolva os clientes: é importante solicitar feedback do público para desenvolver novos produtos ou serviços. Procurar fazer com que o consumidor se sinta parte da empresa.
  2. Priorizar a lealdade: tanto o cliente como a empresa precisam ser leais à marca. Por exemplo, a empresa não pode propagar uma ideia de sustentabilidade e realizar ações de impacto negativo ao meio ambiente. Afinal, é incoerente com seu discurso e traição com os consumidores que acreditavam nos ideais da marca.
  3. Conte boas histórias: Histórias criam novos significados, conexões e sentimentos. E as lovemarks são adeptas a boas histórias, pois elas instigam e envolvem as pessoas.
  4. Os colaboradores da empresa também precisam ser apaixonados por ela: é simples, se a própria marca não amar o que faz, os clientes também não amarão.
  5. Seja responsável: a empresa deve ser extremamente responsável com o que faz, pois a paixão por uma lovemark pode ser levada ao extremo. Inclusive, há pessoas que chegam a sacrificar sua vida por uma marca. Por exemplo, times de futebol que possuem seguidores que fazem coisas absurdas para defender seu lado da torcida.

 

Transformar uma marca na “queridinha” do consumidor exige muito trabalho e responsabilidade. Em nossa equipe temos especialistas em branding para tornar a sua marca melhor posicionada na mente dos clientes.

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Fontes:

Brainstorming – Como escolher a melhor estratégia

Brainstorming – Como escolher a melhor estratégia

A equipe do Inovatório fez um treinamento de brainstorming com o designer Eduardo Camargo. Todos os colaboradores aproveitaram e colocaram as técnicas em prática no dia-a-dia de trabalho. O melhor de tudo: ele aceitou o convite para escrever sobre a forma como escolhe a técnica ideal para cada tipo de problema.

Muito se fala do “brainstorming” ou “tempestade de ideias” como sendo a maneira de resolver problemas. Em diversas equipes, empresas, setores, departamentos ou projetos, essa palavra mágica é evocada em situações críticas para se fazer uma reunião em busca de um esforço para encontrar uma solução. Será que fazemos mesmo “brainstorming”? E será que é isso que necessitamos para resolver o próximo desafio que se aparece?

Falaremos sobre essa técnica criativa, mas também sobre o que acontece em nossa mente e em nossos grupos de trabalho diante dos desafios criativos que surgem, explicar uma tipologia de problemas, que nos dará o contexto a partir do qual se definirá a ferramenta e dar uma luz sobre como tomar melhores decisões para progredir nesses momentos.

O que é brainstorming?

Primeiramente devemos entender que há situações e situações. Em uma emergência de incêndio, ninguém vai convocar um brainstorming ou vai se pôr num estado meditativo a refletir o que seria bom fazer. Estamos diante de um problema de outra classe. Essa diferenciação podemos fazer e chegar em 3 tipos de problemas segundo o processo e resultado: Problemas do tipo lógico ou fechado somente aceitam uma solução verdadeira e exigem um processo específico. Para isso aplicamos nosso lado “racional” e passo-a-passo vamos desenvolvendo segundo um método claro e, quanto melhor aplicamos o método, mais soluções verdadeiras e aceitáveis.

Problemas fechados tem seu próprio algoritmo, são lineares e nos desafiam a “pensar” como bons “computadores”, seguindo um processo e obtendo a resposta. Há problemas na vida e nos trabalhos que são assim e há problemas que não são. Um segundo tipo de problema seria um tipo “misto” que também aceita uma única solução mas pode conter diversas maneiras ou procedimentos para resolver. Por exemplo, se quero me deslocar de onde estou para outro ponto específico na cidade, a única solução aceitável é que eu chegue neste ponto, mas há hoje em dia muitas formas: caminhando, de carro, por uma via ou por outra via.

Muitos processos, entre os quais vou julgar entre meus critérios (por exemplo custo monetário, tempo e conforto), decidir e avançar, podendo encontrar imprevistos no caminho e ainda assim mudar, sem desistir de chegar; aceitável. Ao final posso avaliar se foi eficiente ou não, mas se será efetivo, somente se chegou no local determinado. O terceiro tipo de problema é o aberto, que comporta muitos procedimentos, mas também aceita muitas soluções.

Exemplo

Por exemplo, qual seria a maneira “correta” de pintar um quadro que vai decorar minha sala? Não há, porque há infinitas soluções aceitáveis e também uma sequência variada de pinceladas que me levarão a um resultado plausível. Podemos falar em termos de aplicação de técnicas de pintura, eu posso sim ser avaliado se apliquei bem alguma técnica específica que estou aprendendo em minhas aulas de pintura. Mas não existe somente uma pintura com suas cores específicas que poderão decorar minha sala de maneira que me agrade. São muitas opções, é um problema aberto ou complexo.

Devo dizer que este último, é o cenário ideal para a aplicação da técnica do brainstorming e muitas técnicas variadas dele para encontrar uma solução ajustável ou aceitável. Podemos ter um marco referencial de critérios em que a solução é aceitável, mas ainda seguir com aspectos ineficientes.

Qual é a empresa correta em sua organização e resultados para servir pão para as pessoas? Não há uma, há várias. Qual layout é o correto para nossa sala de reunião e linha de produção? Há vários. Qual é a forma, curva, tonalidade, mecanismo correto para esse design? Há vários. Com que palavras corretamente vou expressar meus sentimentos nesta carta? Várias possibilidades e soluções. Que brincadeira é a correta para meu filho neste próximo domingo? Ainda que possa ter seus critérios e limites, papai cria uma infinidade de soluções. São todas situações-problema do tipo aberto, muitas soluções possíveis.

Obviamente na vida encontramos diversas opiniões acerca de qual categoria se aplica a cada tipo de situação. Por exemplo, há os que creem que o matrimônio é como uma franquia. Há um modelo replicável que funciona, outros o imaginam como um problema aberto.

Podemos categorizar problemas como fechados e seus subproblemas como mistos ou abertos, ou vice-versa. Tomando o exemplo anterior, um casal que crê que há um modelo para casamento, pode improvisar em muitas coisas.

O que considerar antes de um brainstorming?

Ao arriscar convocar um brainstorming, sempre vale uma consideração como esta: Eu como propositor permito-me encontrar soluções distintas àquela que já estou pensando e quero? Se tenho critérios claros e tomei decisões de como solucionar, já cheguei na solução, ou muito mais próximo dela, falta só desenvolver. Neste caso, pode ser um problema fechado ou misto (pois só vou aceitar a minha solução) ou o caso de redefinir a proposta do brainstorming com os limites e critérios já estabelecidos pela solução que já quero.

Por exemplo, já tenho em mente o desenho de minha marca como quero e não sou flexível, basta então, materializá-lo; é mais uma questão de técnica de expressão do que geração de ideias; se já tenho em mente o que quero, traduzo em critérios e deixo clara quais são as variáveis dentro das quais sou flexível: se quero um layout específico em minha revista mas quero conhecer com que classe de papel ou suporte ficaria melhor e ainda qual tipologia seria mais adequada, essa é a proposta para um brainstorming (que nesse caso sugeriria outra técnica como a Matriz Morfológica).

Bloqueio criativo

Nas situações projetuais nas quais enfrentamos um “branco” ou “bloqueio” criativo podemos sim estar diante de uma necessidade de aplicar uma ferramenta criativa para realizar um movimento divergente (brainstorming, derivados ou outros). Mas não necessariamente! Pode ser somente estresse.

Pode ser que sua mente tenha passado do limite que suportaria. Por isso, é necessário descansar, fazer outra coisa, para então voltar e avançar. Há muitos fatores estressantes internos e externos para cada pessoa e cada dia, seria improdutivo analisar aqui, a questão é que somos seres humanos limitados e sim, chegamos no limite do saudável e muitas vezes passamos dele chegando ao estresse negativo, ao Burnout e aí estaremos vivendo a situação de um incêndio (Saia correndo para um hospital meu amigo!).

Considerando que estamos em tempo hábil e não há pânico, gostaria de brevemente mencionar Sheley Carson, PhD em psicologia com pesquisas em criatividade, psicopatologia e resiliência e seu livro Cérebro Criativo. Ela apresenta no livro um conteúdo fantástico acerca de qual área do cérebro se ativa (diagnosticado com aqueles equipamentos neurológicos high-tech) em cada situação-problema. A partir disso, agrupou padrões orgânicos em 7 modos cerebrais que usamos diariamente para lidar com os problemas.

Recomendo a leitura mas aqui gostaria somente enfatizar que para cada tipo de problema e subproblema que mencionamos há uma abordagem que vai se ajustar melhor em cada momento. E considerando que somos distintos, há pessoas que se desenvolvem mais facilmente em alguns modos cerebrais e outros menos e isso devemos considerar sempre quando nos deparamos com problemas criativos que estamos enfrentando sozinhos (num projeto ou trabalho, por exemplo). Pode ser o momento de descansar a área que está necessitando. Por isso, faça temporariamente outro trabalho ou o momento de abordar a questão de outra maneira.

Para nomear e aplicar

Há os modos Absorver (Muito bom para conhecer o problema antes de buscar soluções); Transformar (Amo esse dos artistas); Conectar, Corrente (Aqui o brainstorming em grupo pega fogo!), Visualizar (inovador solitário existe); Razão, Avaliar (esses dois trabalham muito bem. Mas mais depois do brainstorming e menos durante porque são um pouco “chatos” e preferem problemas fechados e mistos).

O mesmo “branco criativo” que acontece no indivíduo, num grupo criativo de trabalho, família, amigos, também acontecem situações que “bloqueiam” a criatividade, a fluidez, a tomada de decisões, etc. Também podemos mencionar aqui especialistas na dinâmica dos grupos humanos e, entre eles, chamo ao palco Pichón-Rivière e Wilfred Bion que falam de grupo operativo, suas estruturas e movimentos (a dinâmica) internos. Por exemplo, se há pessoas com um objetivo em comum, ou seja, um grupo de pessoas, o conquistar esse objetivo ou avançar nele será possível para o grupo na medida em que se renova, se adapta, se ajusta em sua forma de atuar.

Uma solução no passado, será problema e carga no futuro no momento em que o contexto mude. Por isso, é necessário que as coisas velhas sejam tiradas, o passado seja perdoado, equipes sejam renovadas, treinamentos sejam frequentes. O planejamento estratégico precisa ser revisto com ousadia e que a mente seja renovada. Carregar status fica cada vez mais pesado. Não só o passado tira o grupo do foco criativo, mas também as diferentes situações que poderão surgir.

Dificuldades da equipe a considerar

Em equipes de trabalho, alguém podem acontecer diversas situações, como por exemplo:

  • Alguém não estar bem de saúde;
  • Algum familiar pode estar com sérios problemas;
  • A chuva pode ter estressado o outro antes de dormir;
  • Um novo membro pode representar uma ameaça, uma nova ideia;
  • E até uma inovação pode ser sabotada pelo grupo que ama demais o que faz, por exemplo.

Para todas as situações devemos estar flexíveis e vivos. Um bloqueio muitas vezes é uma oportunidade para mudar o que há tempos necessita mudar.

brainstorming

Conhecendo que não são todas as situações que demandam um “brainstorming”. Há variantes que devem ser gerenciadas para fazer uso eficiente do capital criativo de uma pessoa e organização. Então, nos resta somente responder, o que é brainstorming?

A estrutura de um grupo de brainstorming

Alex Faickney Osborn é o pai dessa “criança” nascida na década de 1920. Mais uma vez não entrarei em pormenores mas cabe dizer que nem tudo que chamamos de brainstorming é o Brainstorming. Alex identificou que grupos poderiam ser mais criativos que pessoas trabalhando individualmente, a ideia foi estudada e comprovada. Portanto, há detalhes em suas publicações e podemos resumir a estrutura de um grupo de brainstorming em alguns aspectos:

  1. É um grupo que vai buscar quantidade (com muitas ideias é mais fácil encontrar uma boa ideia);
  2. São pessoas que interagem e combinam as “suas” ideias sem egoísmo. Combinar isso de sua mente com o repertório do outro, gerará uma infinidade de combinações. O grupo ganha, as ideias são do grupo e não do indivíduo);
  3. São pessoas dispostas a aceitar ideias loucas;
  4. É um grupo que não vai se ocupar de julgar ou criticar. O cérebro se colocará ativo no brainstorming se deixarmos do lado de fora da sala o nosso lado critico. Esse lado é quem vai avaliar as ideias depois do brainstorming, não durante);
  5. É um grupo que se beneficiará com um facilitador (guardião do processo que estimula o foco na questão chave). Possivelmente demanda que os “chefes” saiam da sala para conservar a não-crítica e o não-julgamento desta atividade.

É uma atividade divertida e desestressante em grupo mas os princípios podem ser adaptados para tornar eficiente um processo individual. Um indicador de um brainstorming bem feito em seu processo, é a diversão. Um indicador de resultado é a quantidade de ideias. De desempenho, seria a quantidade de ideias por tempo-pessoa. De qualidade, o quão divergente (potencial de inovação) e quão focadas e orientadas à solução (eficiência econômica da atividade) estão. Portanto, para todos, um bom grupo, uma boa definição de foco e um bom facilitador, ajudam.

Experimente, pode ser que em menos de 1 hora encontre a solução que todos andam buscando.

¹Eduardo Gomes Camargo, designer, facilitador pós-graduado em dinâmica de grupos, co-fundador da ong Aliança Empreendedora . Cristão, ex-missionário-pastor e agora empreendedor da Tikkun Olam – Colaboração Eclesiástica para Inovação Social.

O que é Growth Hacking

O que é Growth Hacking

 

Já ouviu falar em Growth Hacking? Nunca? Não se preocupe, a gente te explica!

Basicamente Growth Hacking é um processo, uma maneira de pensar que busca formas criativas de resolver problemas e crescer usando menos recursos.

 

Já pensou em usar essa técnica na sua empresa? Veja como funciona:

 

A origem do Growth Hacking

 

O termo Growth Hacking foi desenvolvido por Sean Ellis (veja mais sobre ele aqui), um especialista no crescimento de startups, novas empresas que surgem principalmente no mercado online e buscam o crescimento rápido. Acredite, Growth Hacking ainda é marketing porém, com um modo diferente de pensar. Apesar de usar mais o lado analítico e técnico, ainda precisa do conhecimento de marketing para entender principalmente de psicologia do consumidor. Com essa técnica, Sean Ellis realizou trabalhos excelentes para grandes marcas como Dropbox.

 

A essência do Growth Hacking

 

Trata-se de um processo que se apropria de características de dois setores: o desenvolvimento ágil de software e o método científico. Calma, parece complicado, mas não é!

 

O desenvolvimento ágil nada mais é que as ações de marketing produzidas em intervalos curtos, rápidas, mesmo que possam ser incompletas e logo testadas e analisadas.

A partir dos dados coletados estas ações são estudadas e melhoradas.

 

No caso do método científico, é uma maneira de formular hipóteses ao invés de interferir nos fenômenos observados. Com isso, as ideias não passam de hipóteses que são testadas em experimentos controlados, evitando desperdício de tempo e grandes investimentos que não trazem resultados garantidos.

 

O Growth Hacker jamais fará um grande investimento em marketing se ele não tiver certeza de que trará resultados.

 

Para fazer o processo de Growth Hacker na sua startup você precisa:

 

  1. Estabelecer grandes objetivos para o seu crescimento
  2. Criar uma estrutura para criação contínua de novas ideias para o seu negócio.
  3. Estabelecer uma maneira de priorizar estas ideias.
  4. Criar um modo eficaz de estruturar seus experimentos
  5. Analisar todos os experimentos e classifique em bem ou mal sucedidos.
  6. Demonstrar os resultados e aprendizados para toda a empresa.

 

O Inovatório Design adota a estratégia de Growth Hacker para conhecer profundamente o usuário,  testar com processos bem definidos e analisar os dados. 

Ainda com dúvidas sobre como melhorar a sua empresa? Converse com a gente!

Como utilizar o Canvas para planejar o seu negócio?

Como utilizar o Canvas para planejar o seu negócio?

E aí, quer saber como utilizar o Canvas para planejar o seu negócio? Vem, que nós te explicamos tudo!  Mas antes, você sabe o que é o Canvas?

 

O que é o Canvas?

 

O Business Model Canvas tem origem no livro Business Model Generation do Alexander Osterwalder. Consulte o livro aqui: Business Model Generation

Basicamente, esse modelo ajuda a você pensar e planejar o seu negócio. Ele foi elaborado com estratégias do design thinking, de modo colaborativo, por mais de 200 consultores de todo o mundo de maneira inovadora. O resultado, é um modelo que pode ser aplicado facilmente e que permite a visualização completa da empresa.

 

Mais que uma tabela

 

O Bussiness Canvas é mais que uma tabela de dados. O modelo é composto por nove blocos, separados e posicionados em diferentes áreas que permitem a prototipação e análise do seu negócio. Para desenvolvê-lo basta completar os espaços com pequenos textos. A proposta é demonstrar de maneira gráfica o encaixe estratégico das informações de forma reduzida, fluida e eficaz.  

 

 

Os Blocos do Canvas

 

Deve-se iniciar o preenchimento do modelo pelo bloco Segmento de Clientes. Antes de tudo, pense e defina o nicho de cliente, começar por este item faz com que todos os demais dados sejam pensados especificamente para este tipo de pessoa.

 

Após esta definição, passe para a Oferta de Valor. Aqui, você colocará todas as informações do que a sua empresa tem de benefício para oferecer a este cliente.  

 

Prossiga o preenchimento, e vá para o item Canais. Neste caso, pense em como a sua empresa comunica e entrega o valor definido anteriormente. Observe, que em seu modelo de Canvas este dado está no meio, fazendo exatamente esta ponte necessária entre o cliente e o valor.

 

O campo de Relacionamento deve ser o 4º a ser preenchido. Este é um campo difícil mas de extrema importância, é nele que você definirá boas estratégias para se relacionar com o seu público, sem deixá-lo escapar para a concorrência.

 

Siga preenchendo o lado direito do seu modelo Canvas com o Fluxo de Receita, aqui você define qual será a sua fonte de renda, como o cliente pagará pelo serviço. Pense, estude e busque sempre novas soluções.

Continuando, agora do lado esquerdo, os Recursos-Chave ou seja, quais itens são fundamentais para o seu negócio funcionar. Seja bem objetivo neste item. Exemplo: computador, papel e caneta.

Complementando o item anterior, passe para Atividades-Chave. Neste caso, quais são as atividades mais importantes para o seu negócio funcionar.

 

E pensando no funcionamento de tudo isso, complete o item Parceiros-Chave, ou seja, tudo o que vem de terceirizações, como fornecedores.  

Para finalizar o seu quadro, na base dele, faça o preenchimento do item Estrutura de Custos. Coloque aqui tudo o que for de financeiro, custos para materiais, funcionários, parcerias, etc.

 

Com o modelo todo preenchido é possível visualizar todo o funcionamento da sua empresa.

 

Para fazer o seu modelo Canvas é possível usar o app Sebrae Canvas, assim você consegue  criar o canvas do seu negócio online. Várias pessoas podem trabalhar juntas na criação e é facilmente editável confira: https://www.sebraecanvas.com/#/

A intenção do Modelo ser editável é justamente poder revisá-lo e ajustá-lo. Seu negócio deve estar em constante transformação e sempre para melhor!

 

Vamos pensar juntos no Canvas da sua empresa? Fale com o Inovatório!

Como criar uma marca forte para sua empresa

Como criar uma marca forte para sua empresa

arca

 

Dizem que a primeira impressão é a que fica, não é mesmo?  Como tem sido a primeira impressão da sua marca? O Design da marca sem dúvida tem um enorme papel nisso, mas ele é parte de algo maior. Vem com a gente para saber como criar uma marca forte para a sua empresa?

 

O que é marca?

 

Antes pensar em como criar uma marca, vamos esclarecer o que é marca. A marca gráfica, também conhecida como logo, logotipo, e até mesmo logomarca, tenta sintetizar graficamente os aspectos mais importantes que fazem parte da sua promessa de marca.

Toda ação da sua empresa, inclusive a criação de uma marca, deve ser pensada estrategicamente para que esteja sempre alinhada aos seus propósitos, a sua promessa de valor. Se você ainda não sabe o que é promessa de valor, leia a nossa matéria especial aqui.

Sua marca gráfica precisa identificar e diferenciar o seu negócio dos demais. Acredite, é mais que um simples desenho com o nome da sua empresa, é algo que precisa ser muito bem pensado e elaborado para transmitir e representar a essência do seu negócio.

Se você algum dia procurou saber sobre marca, já deve ter se deparado com o termo “Branding”. Este termo refere-se ao processo de criar e gerenciar uma marca que permita ao público identificar quais são suas promessas e entregas, como ela se comunica e quem ela representa..

A partir das estratégias de branding, nós separamos três dicas sobre como criar uma marca forte para sua empresa.

3 dicas para a criar uma marca forte

1 – Busque definir bem os elementos conceituais

Se você já sabe a sua proposta de valor, e define isso junto dos conceitos que pretende transmitir em sua empresa, fica mais fácil de desenvolver a sua marca. Estas informações devem ser coerentes com os elementos gráficos desenhados para representá-la.

Um exemplo bem conhecido é o símbolo da Nike. Ao contrário do que possa se pensar, ela não é um sinal de correto ou de “check”! Ele é uma representação da asa da deusa Nike, a deusa grega da Vitória.

É sempre importante ressaltar que não importa o tamanho da sua empresa, sua marca deve declarar graficamente o seu valor e seu propósito.

 

2 – Mantenha o foco na originalidade

Definidos os seus conceitos e valores, chegamos na fase da coleta de informações para a criação dos elementos gráficos. Para isso, é necessário ir em busca de inspiração, de imagens ou elementos que possam auxiliar no desenvolvimento da sua marca.

Lembre-se que sua marca não pode ser muito parecida com outras marcas já existentes no mercado. Você precisa ser original! E para isso, é necessário demonstrar graficamente a verdadeira essência do seu negócio.

 

3-  Atente-se ao sistema de identidade visual

O visual da sua marca e a potencialidade dela não terminam na criação gráfica – este é apenas o início de todo o sistema de identidade visual. Por isso, ao iniciar o desenvolvimento de uma marca, é necessário pensar simultaneamente nas possibilidades de desdobramentos desta criação.
De forma geral, a marca precisa ter elementos que possam ser utilizados em diferentes modos (chamamos isso de tipos de aplicações), como em cartões de visitas, flyers, folders, sites, uniformes, plotagem de veículos, fachadas, aplicativos,entre outras possibilidades. Por isso, cores, formas, conceitos e estruturas da marca devem ser muito bem planejadas tendo em vista estes diferentes tipos de usos.  

 

A partir destes três critérios é possível desenvolver uma marca coerente com o propósito da empresa e que carregue com ela seus valores e conceitos. Assim, ela certamente se destacará de qualquer outra marca no mercado.

Você consegue se lembrar de marcas de sucesso que conseguem transmitir seus valores e gerar rápida identificação?

 

Está em busca de mais informações sobre a criação da sua marca? Fale com o Inovatório! Estamos prontos para te ajudar e tirar todas as suas dúvidas.